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terça-feira, 10 de abril de 2012

Pilha que funciona até com urina!

 

Não, você não leu errado!

Japoneses (sempre eles) criaram uma pilha que pode ser carregada com água, refrigerante, whisky e até urina!

Veja os detalhes na matéria abaixo, retirada do site Ciclo Vivo:

 <br />	As pilhas NoPoPo Battery funcionam simplesmente inserindo líquido na base. Os líquidos variam, mas os fabricantes dizem que eles podem funcionar até mesmo com urina. | Foto: Divulgação<br />

Conhecidas como NoPoPo Battery (non-pollution power), as pilhas funcionam simplesmente inserindo um líquido na parte interna da bateria, com auxílio de uma espécie de seringa, que vem junto com a embalagem.

De acordo com o fabricante, uma pilha NoPoPo AA pode fazer funcionar uma lanterna de mão pequena por até 20 horas. Curiosamente, essas baterias funcionam com líquidos como: água, cerveja, whisky, refrigerante, sucos, e até mesmo, segundo os fabricantes, saliva e urina.

Carregar a pilha é simples: basta sugar o líquido com o auxílio da pequena seringa (ou pipeta), empurrar o lacre com o próprio equipamento, e despejar o líquido na parte interna da bateria.

Dentro das baterias, uma mistura de carbono e magnésio reage com o líquido para produzir energia - cerca de 500 miliamperes-hora, no caso de uma pilha AA. Ao contrário das pilhas secas convencionais, as baterias NoPoPo não se deterioram em um curto período de tempo. Elas podem reter sua carga por até 20 anos, tornando-se ideais para situações de emergência. Porém, as pilhas só podem ser recarregadas de três a seis vezes ao longo de sua vida.

A bateria à base de líquido também é reciclável e não possui substâncias nocivas e metais pesados, tais como, mercúrio, chumbo ou cádmio, encontrados em pilhas convencionais, desta forma elas podem ser descartadas de maneira mais amigável ao meio ambiente.

Assim como fornecem energia para pequenos dispositivos, as baterias NoPoPo, que tem um 1/3 do peso de uma bateria comum, podem ser ligadas em série para gerar cargas maiores de energia.

As pilhas, fabricadas pela Aqua Power System Japan (APSJ), já estão à venda pela internet no site Japan Trend Shop e custam cerca de R$ 105,00. Com informações Acqua Power System.

<br />	Foto: Divulgação<br />

<br />	Foto: Divulgação<br />

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Edifício Verde

Na cidade de Fukuoka, no Japão, existe um edifício chamado "ACROS Fukuoka" (Asian Crossroads Over the Sea), um parque de quase um hectare no centro da cidade.

O projeto do arquiteto argentino Emilio Ambasz, levou para o centro da cidade um prédio que de um lado é um prédio normal, com grandes janelas e do outro, uma grande área verde.

Veja as fotos.

De um lado a estrutura se parece com um edifício convencional de escritórios, com paredes de vidro, e do outro há um enorme terraço-telhado que se confunde com um parque. | Imagem: Fukuoka City

Arquiteto argentino cria prédio no Japão com função dupla: de um lado a estrutura se parece com um edifício convencional de escritórios, com paredes de vidro, e do outro há um enorme terraço-telhado que se confunde com um parque. | Imagem:Ask.com

(Imagem:Divulgação)

 

Veja mais aqui na Fonte: CicloVivo

sábado, 12 de março de 2011

O Terremoto no Japão também é nossa culpa?

 

Entenda como foi o terremoto

O Japão foi atingido nesta sexta-feira pelo mais violento terremoto desde que as medições sísmicas começaram no país. O Tremor atingiu 8,9 graus na escala Richter, e seguido do tremor, um Tsunami devastou a costa nordeste do território japonês. A região mais castigada é próxima da cidade de Sendai, capital da província de Miyagi.

O abalo sísmico ocorrido às 14h46 no horário local, ou 2h46 no horário de Brasília, foi localizado no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, no Japão.

O Abalo aconteceu a 24km da superfície, em alto mar, mas pode ser sentido em boa parte do Japão, inclusive na Capital, Tóquio. Várias cidades sofreram com os abalos, os desmoronamentos e destruições causadas pelo tremor e logo após, o Tsunami, que invadiu cidades e deixou muitos desabrigados e centenas de mortos.

Até agora, o governo confirma um pouco mais de 600 mortes, porém o número deve ser muito maior. Só na cidade de Minamisanrika, que foi atingida pelo Tsunami e ficou tomada pela lama, estima-se que mais de 10 mil pessoas estejam desaparecidas.

Veja abaixo, algumas fotos e vídeos sobre esse desastre e mais abaixo entenda o porque temos culpa desse acontecimento no outro lado do mundo.

Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)

 

 

Veja mais fotos clicando na imagem

Tsunami em Natori após o tremor causado pelo terremoto de 8,9 graus na tarde desta sexta-feira, Japão<br />

 

 

O que aconteceu no Japão é nossa culpa?

O homem muitas vezes não tem como evitar, nem prever grandes desastres naturais como esse. Tanto é, que mesmo o Japão tendo uma grande infra-estrutura para detecção e alerta para esses desastres, ainda sim, houve grande destruição.

Claro que um terremoto causado por atrito entre placas tectônicas não é culpa do homem, mas um desastre natural e que acontece normalmente na natureza.

No entanto, algumas implicações e prejuízos causados tem forte relação com o descaso do homem com o meio ambiente.

Por exemplo: Hoje, o governo japonês confirmou que ocorreu um acidente nuclear nível 4 na usina nuclear de Fukushima. Esse foi o terceiro acidente mais grave da história, perdendo apenas para o de Chernobyl, na Ucrânia, que atingiu nível 7, e o de Three Mile Island, nos EUA, que atingiu nível 5.

O Governo diz que não há motivo para preocupação, mas já isolou uma área de 20km ao redor da usina, além de confirmar a distribuição de iodo, que ajuda a prevenir câncer de tireóide.

O governo japonês também cogita usar água do mar para esfriar reatores e evitar mais desastres, o que muitos especialistas nos EUA apontam como uma grande oportunidade para desencadear mais um evento como em Chernobyl.

Apesar das autoridades afirmarem que o vazamento foi leve, que não há risco de danos maiores, mesmo assim, 45 mil pessoas foram levadas ã evacuar a área e o risco ainda continua, pois a usina continua com problemas no resfriamento dos seus reatores, o que pode levar a mais explosões e vazamentos.

Apesar de toda a tecnologia para evitar que catástrofes como essa aconteçam, investir em energia nuclear é muito arriscado. Depois do terremoto e do alerta para possíveis vazamentos, várias usinas foram desligadas, algumas áreas isoladas e todas monitoradas constantemente, sem falar que 20% de toda a energia do Japão provém de usinas nucleares e que agora estão fechadas.

 

Agora fica a pergunta:

Será que vale mesmo a pena o investimento numa tecnologia tão cara e tão perigosa?

Em áreas de risco, como o Japão, que sempre sofrem com abalos, não seria melhor o investimento em tipos de energias mais naturais ou renováveis?

Claro que essa é uma questão complicada, que envolve vários fatores. Mas infelizmente, agora, temos apenas que esperar que nada de mais aconteça e que tudo volte ao normal. Torcendo para que o homem comece, a partir de agora, a pensar mais na natureza, em formas mais limpas e naturais de buscar energia, vivendo de forma sustentável e coexistindo com a natureza.

 

Você pode encontrar mais informações e notícias nos links abaixo, que nos serviram de base para escrever essa matéria.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/japao-vive-pior-acidente-nuclear-desde-chernobyl

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2159

http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/cidade-atingida-por-tsunami-tem-10-mil-desaparecidos-diz-tv-do-japao.html

http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/acidente-nuclear-de-fukushima-esta-no-nivel-4-em-escala-ate-7-diz-japao.html

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/aconteceu-o-que-se-temia/blog/33702

 

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