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terça-feira, 7 de maio de 2013

Ganhe um puff personalizado com suas fotos do Instagram

Temos duas novidades para contar! A primeira é que a Meu Puff Ecológico também está no Instagram. Que tal acompanhar a nossa marca por lá e conferir mais detalhes dos nossos produtos? Procure-nos e siga-nos: @meupuffecologico. A segunda novidade é que, para comemorar essa nossa entrada na rede social estamos fazendo um sorteio! E nada mais justo do que sortear o produto que tem tudo a ver com o aplicativo e é um dos nossos sucessos de venda: o Meu Cubo Insta
O Meu Cubo Insta é personalizado com as suas fotos do Instagram. Nada de deixar as recordações guardadas somente na internet! Eternize-as! Ele é feito de papelão craft, um material ecologicamente correto e super resistente. Sua estrutura suporta um peso de até 200 kg. Além disso, trata-se de um produto versátil, que pode ser usado como mesinha de centro ou criado-mudo.

Quer participar da nossa promoção? Basta seguir a Meu Puff Ecológico no Instagram (@meupuffecologico), procurar a foto com o produto, curtir e comentar, indicando três amigos. O primeiro sorteio acontece quando atingirmos os 200 seguidores, e, a cada 200, faremos outro sorteio, até chegar a 1000! 

Quer saber mais detalhes sobre o produto? Acesse nossa loja virtual. 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Lançamentos: Puff Eco Baú 3.0 TOP com estampas assinadas

Beleza, praticidade e sutentabilidade já eram características presentes no mix de produtos da Meu Puff Ecológico. E hoje a gente vai mostrar mais um lançamento que une esses adjetivos e o conceito da multifuncionalidade. É o Puff Eco Baú 3.0 TOP, que, além de ser puff, também serve como baú para guardar objetos e organizar o espaço. 

O produto é fabricado em madeira MDF de 6mm (material proveniente de reflorestamento) e montado somente por encaixes - sem pregos, colas ou parafusos. Os encaixes são simples, fáceis de montar e o produto pode ser montado e desmontado diversas vezes. 

Ele possui ocorpo dividido em duas partes - base e assento. A base é personalizada com adesivo texturizado, na versão em cores lisas ou imitando madeiras, e o assento funciona como uma espécie de tampa para o baú. A grande novidade é a possibilidade de várias opções de estampas para o assento. A Meu Puff Ecológico firmou parcerias com as designers Juliana Curi e Ju Violeta e suas criações, cheias de cor e alegria, dão um toque moderno e exclusivo aos produtos.
Um produto bonito, ecológico, decorativo e funcional. Precisa de mais? Sim! Você pode comprá-lo na nossa loja virtual e receber no conforto de sua casa. E mais: para as regiões Sul e Sudeste o frete é grátis. Garanta já o seu!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Oito dicas para seu apartamento parecer maior


Nem sempre o apartamento com as dimensões dos sonhos é aquele que cabe no bolso. E ajeitar pequenos espaços pode ser uma tarefa complicada, já que um móvel grande demais ou um quadro fora do lugar podem diminuir ainda mais o ambiente. Planejar um pouco a decoração, no entanto, pode fazer o local parecer bem maior e mais aconchegante, como mostram as dicas do arquiteto e decorador Diego Revollo.


1. Móveis grandes: à primeira vista, a dica pode parecer estranha, mas segundo o arquiteto, investir em mobiliários grandes é uma boa saída para quem quer deixar o apartamento com cara de grande. “Uma grande quantidade de móveis pequenos faz você sentir-se morando em uma casa de bonecas”. Por isso, antes de pensar na decoração da casa, planeje como será o uso de cada ambiente. Diego dá um exemplo: use um sofá grande se você deseja uma sala para assistir TV. Só instale mesa lateral se realmente sobrar espaço.
2 . Os tapetes não só dão um toque especial à decoração da casa como também podem ser grandes aliados nessa tarefa de aumentar os ambientes. Portanto, opte por tapetes de grandes dimensões. “Você pode envolver todos os móveis do ambiente em um só tapete. Tapetes pequenos dão a impressão de estar em um espaço cheio de divisões, mais apertado”, diz o arquiteto e decorador Diego Revollo.

3. Móveis baixos e horizontais: são ótimos para acomodar todo tipo de objeto por causa das linhas horizontais que parecem ampliar o ambiente. Esqueça as prateleiras e aposte, por exemplo, em estantes compridas e baixas. “A regra é sempre fazer móveis baixos para a TV”, diz Diego.


4. Outra dica interessante ensinada pelo arquiteto é instalar móveis suspensos. Enxergar o chão – ou o tapete – desaparecendo debaixo dos móveis, faz o espaço parecer maior, explica Diego. “Evite prendê-los no teto, isso depois exigirá muito quebra-quebra, caso você queira mudar o layout do ambiente”, ele acrescenta.


5. Vai pintar? Aposte no branco. A cor dá uma sensação de ampliar o ambiente. “Pinte tudo de uma cor só. A ideia de uma caixa monocromática combina com espaços pequenos”, diz Revollo.


6. Use e abuse dos espelhos fugindo sempre daqueles com formatos inusitados.  Use-o no maior tamanho possível, por exemplo, em salas de jantar ou halls. De preferência cubra uma parede inteira, ensina o profissional.

7. Atenção para as mesas de centro, escolha aquelas que não atravanquem a passagem. O móvel deve permitir espaços de no mínimo 60 cm para circular entre os demais. “Neste caso, prefira mesas compridas e estreitas, ou formadas por um agrupamento de mesas menores. Deste jeito, você não deixará a decoração engessada e terá uma estética ainda mais atual”, explica o arquiteto.


8. Reduza ao máximo o número de ambientes. O excesso de divisões dá sensação de aperto. A dica é: concentrar várias funções em um mesmo espaço. Quer um exemplo? Planeje uma sala para receber visitas, ver TV e fazer refeições. No quarto, aposte nas TVs finas e uma bancada para o laptop, sugere o arquiteto.

Fonte: Daquidali

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Categorizações do Ecodesign


Com o passar dos anos a relação entre recursos naturais (renováveis e não renováveis), energéticos e humanos vêm sofrendo grandes alterações, em consequência disso o impacto da Indústria no Meio Ambiente tem aumentado exponencialmente. Com essas alterações tornou-se evidente a necessidade de rever e criar conceitos; embora os primeiros passos para essa revisão tenha tido início apenas nos anos 60 e foi nos anos 90 que houve uma ligação entre a temática ambiental e a produção industrial. Essa ligação apenas ocorreu após as discussões políticas e normativas ocorridas nos anos 80.

Portanto, tornou-se indispensável que as reflexões quanto ao impacto ambiental de cada produto ou serviço seja realizada durante a idealização do mesmo, uma vez que segundo a UNEP (United Nation Emvironment Programe) de 60% à 80% de todos os impactos causados ao longo do ciclo de vida do produto são determinados na fase de seu projeto.


O objetivo do ecodesign é projetar ou “reprojetar” produtos e/ou serviços tendo como base critérios ecológicos; sem comprometer a aparência, desempenho e função do produto, assim como também tem a capacidade de renovar processos produtivos e hábitos comportamentais. Sendo assim, um produto que possui a filosofia do ecodesign não é apenas ecologicamente correto, ele também é economicamente, culturalmente e socialmente correto, ou seja, ele se preocupa com a minimização do uso de recursos não renováveis (como energia, água, ar e território), de materiais de embalagem, de transporte, de resíduos que o ecossistema não é capaz de reabsorver, de impactos causados na região onde ocorre a produção do produto, entre outros. Ele também tem como missão analisar todo o ciclo de vida do produto (desde a concepção até o descarte), que por sua vez é a ferramenta mais completa de avaliação de produtos e é capaz de analisar diversos fatores impactantes simultâneos ou não.

Segundo Silvia Barbero e Brunella Cozzo o Ecodesign segue o princípio Form Follows Function,ou seja, a forma está a serviço da função. Os produtos idealizados dessa maneira são flexíveis e duráveis, modulares ou multifuncionais e adaptáveis ou recicláveis.

Em um de seus livros, as ecodesigners citadas acima explicam os nove critérios em que podemos categorizar e identificar o ecodesign. Porém, embora ocorra a categorização, um produto não deve ficar preso apenas á um critério, a grande maioria de produtos que tem a filosofia do ecodesign ultilizam em média dois critérios. Segue abaixo a explicação de cara critério.

Design por componentes

Tem como propósito determinar e otimizar a forma do produto a partir da dimensão e disposição dos componentes em seu interior. Cada componente é considerado como um protudo acabado, com um ciclo de vida independente, porém atuando em conjunto. O projeto tem início com a análise do equipamento desmontndo e com os componentes separados por tipo. Com essa categorização é possível analisar as relações entre os componentes, as leis físico-mecânicas que os caracteriza e as tecnologias de produção. Com todas as partes definidas, são identificados os elementos-chave para que o equipamento funcione, e então passa-se a fase de criação.



Durante a concepção do produto o designer e/ou o engenheiro de produto deve trabalhar tendo como linha de orientação integrar componentes de mesmo material, evitar o uso de materiais diferentes, reduzir ao mínimo a produção de resíduos, determinar os pontos de abertura para facilitar a remoção rápida de partes e evitar formas e sistemas que resultem em processos de desmontagem longos.

Redução de material e Design para desmontagem

Tem como objetivo desenvolver produtos para que sejam produzidos com uma quantidade otimizada de materiais e energia. Com a redução de materiais é possível preservar os recursos naturais e reduzir as emissões ao Meio Ambiente, devido a utilização cuidadosa dos materiais utilizados. Um dos deveres do designer e/ou o engenheiro de produto quanto desenvolve um produto seguindo esse critério é evitar o uso de materiais diferentes, a fim de facilitar a reciclagem e a disposição final do produto.

Atuando em conjunto com a redução de material, o design para desmontagem tem como princípio desenvolver objetos de forma que facilite a desmontagem para realizar a reciclagem ao término da vida útil do mesmo. Devido a isso é extremamente importante que o reconhecimento dos componentes do equipamento seja de fácil identificação. Em alguns países há normas que preveem a identificação dos equipamentos e de seus componentes, aqui no Brasil temos algumas normas para classificação de materiais, a norma técnica NBR13230 prevê a classificação dos plásticos, por exemplo.


Material único e Materiais bio

Embora seja um critério simples de ser executado, muitas vezes é deixado de lado pelo ecodesigner. Geralmente a procura por um material atraente fala mais alto que a questão ambiental e consequentemente há uma maior exposição e comercialização de produtos inimigos do meio ambiente. Decisão que por sua vez contradiz o projeto sustentável, que significa utilizar os recursos mais adequados à um objeto e sua função em vez de buscar satisfazer as leis do mercado.

Levando em consideração a simplicidade no processo produtivo e na reciclagem é muito vantajoso projetar utilizando apenas um material, geralmente esse tido de desenvolvimento aplica-se em produtos com baixa complexidade, descartáveis e componentes de produtos com maior complexidade.

Devido toda complexidade ambiental de extração, transformação e descarte de recursos naturais, o ecodesign buscar orientar-se para o uso de materiais bio. Os materiais bio são os materiais naturais e derivados de produtos naturais, como por exemplo a sacola plástica a base de amido de milho e folhas ou lenços de papel.

Reciclagem e Reutilização

Embora sejam bem parecidos e causadores de grande confusão quanto ao entendimento, a diferença entre ambos vem da natureza dos produtos utilizados. A reciclagem tem como objetivo transformar os aspectos físicos e reutilizar o material, já a reutilização prevê o uso do material em outra função sem modificar os aspectos físicos do mesmo. Podemos assim afirmar que no caso da reciclagem os materiais duraram mais que o produto e no segundo caso trata-se do próprio produto.

A reciclagem possui inúmeras categorias, as mais famosas são a reciclagem em cascata, pós-consumo e pré-consumo. A primeira tem como princípio recuperar os materiais para uso mais simplificado do que o original, devido a perda de qualidade estrutural e química do material. Por exemplo, se os resultados da produção não forem satisfatórios, cancela-se a mesma e utiliza-se a matéria–prima para outro produto. A reciclagem pós-consumo é a mais conhecida e consiste em transformar materiais ou partes do produto no término do seu ciclo de vida depois da realização de uma coleta seletiva. A menos conhecida é a reciclagem pré-consumo, que nada mais é do que reaproveitar possíveis rebarbas e produtos com defeito antes que o produto chegue ao mercado.


Redução de Dimensão

Dentre os objetivos a serem atingidos durante o desenvolvimento de um produto, o engenheiro de produto e/o designer devem ter em mente reduzir, compactar e limitar os consumos durante o transporte. Além de colaborar para a economia de materiais, um projeto de dimensões inteligente evita excessos de consumo durante o transporte, sejam eles com combustível, espaço ou embalagem. Há dois princípios que devem ser seguidos durante a concepção desse tipo de produto: o projeto conjunto de produto e embalagem e a montagem após a compra.

Levando em consideração o princípio da embalagem, a mesma deverá aderir o objeto ao máximo, protegendo-o e evitando zonas vazias entre um objeto e outro. Essa ação por sua vez não diminui a força de comunicação da embalagem, cujo o objetivo compõe a apresentação do produto.

A questão do transporte não se limita apenas a redução de peso e dimensões da mercadoria, o tipo do meio de transporte também é extremamente importante. A utilização de transportes alternativos, conforme a disponibilidade da região que irá receber o produto, é capaz de permitir uma redução ainda maior das emissões de CO2.

Design dos Serviços

Proporciona a troca de um produto por um serviço. Esse critério estuda sistemas alternativos ao uso exclusivo de um produto. Geralmente esse tipo de ação tem grande aceitação, uma vez que a utilização de um bem nasce da necessidade de facilitar uma ação e não do desejo de possuir o produto.

O item a ser oferecido é um mix de produto e serviço, uma vez que há apenas um dono que oferece o serviço para várias pessoas, o proprietário terá benefício financeiro e também contribuirá para diminuição do consumo de recursos, de emissões de poluentes e desperdícios de forma geral, considerando que o mesmo tem interesse em cuidar do produto para que dure o máximo possível. Vou dar um exemplo pessoal para facilitar o entendimento e percebermos esse tipo de ação em nosso cotidiano. Eu adoro andar de patins, porém, ando mal e os parques que possuem pista não são tão pertos da minha casa, considerando todos esses fatores seria muito melhor para o meu bolso e para o meio ambiente se, ao invés de comprar um patins, eu alugar um toda vez que quisesse andar de patins. Assim como com o patins, esse tipo de ação se aplicada à veículos pode reduzir a necessidade de uso do produto e a agressão ao meio ambiente.

Tecnologia para Sustentabilidade

Consiste em desenvolver uma tecnologia com impacto ambiental reduzido. Sendo assim, é possível utilizar a tecnologia para melhorar a eficiência dos produtos, contribuir com o menor gasto de energia, integrar diversas funções em um único objeto e também fazer uso das nano e das biotecnologias. A evolução tecnológica para a sustentabilidade funciona maximizando progressivamente a economia de materiais e o incentivo a difusão dos serviços. Vale lembrar que cada vez mais as tecnologias verdes têm ganhado espaço no mercado. Ao contrário da projeção convencional, o ecodesign move-se tendo em mente que a comunicação entre os sistemas é aberta e transversal, o que possibilita a criação de produtos que fogem as tecnologias de vanguarda e quebram paradigmas que pareciam inquebráveis.
Ecopublicidade


É natural que para divulgarmos a sustentabilidade utilizemos os meios de comunicação tradicionais, porém, a ecopublicidade existe de diversas formas e níveis. Não é apenas através de campanhas utilizando o slogan e o grafismo (seus instrumentos de expressão imediatos) que as mensagens ambientais chegam ao público. Cada vez mais há produtos que dizem ser sustentáveis e fazem disso o seu cavalo de batalha, no entanto, esses produtos transmitem a mensagem de forma direta, como parte do seu design ou tendo certificações ambientais que resultam de processos complexos e meticulosos, que geralmente são de difícil leitura para quem adquire o produto. Há também os que convidam o consumidor a ter um comportamento sustentável ou propõe jogos educativos que estimulam as crianças a adquirirem uma postura sustentável.

Podemos concluir que a sustentabilidade pode ser um assunto direto ou um instrumento para valorizar e promover um produto no mercado.

Design sistêmico

O ecodesign atua sobre um conjunto de valores sociais, culturais e éticos, sendo assim, leva em conta os sistemas e as relações que os produtos são criados. Devido a isso, é extremamente importante programar e determinar o fluxo de matéria que passa de um sistema ao outro, uma vez que o ciclo econômico reduz o aspecto ecológico dos produtos. Dá-se o nome de design sistêmico o estudo realizado em todos os produtos secundários e de refugo que resultam do uso de recursos naturais, a fim de obter uma grande quantidade de informações e uma avaliação real dos impactos causados. Com isso, o design sistêmico visa o desenvolvimento de um novo modelo de produção, em que os ciclos industriais são abertos e ligados entre si e que por sua vez geram fluxos de recursos materiais e de recursos energéticos em que nenhum refugo fica sem utilização, contribuindo para que o sistema se torne estável a longo prazo.

Para finalizar esse post sobre o que é ecodesign gostaria de compartilhar uma definição sobre a proposta sustentável segundo Carlo Vezzoli e Ezio Manzini:

“Uma proposta susntetável é centrada em recursos renováveis, não acumula resíduos que o ecossistema não é capaz de reabsorver e faz com que indivíduos e comunidades ricas permaneçam no limite de seu espaço ambiental e que indivíduos e comunidades pobres possam efetivamente aproveitar do espaço ambiental ao qual potencialmente tem direito”.

Postado originalmente no blog Chocoladesign.




terça-feira, 16 de abril de 2013

Decorando com livros!

Nosso blog ficou um tempo parada, mas, a partir dessa semana, voltamos com tudo! O conteúdo será reformulado e vocês verão posts que abrangem assuntos que envolvem o mundo da Meu Puff Ecológico: decoração, sustentabilidade, inovação... Continuem nos acompanhando!

Hoje a nossa dica é de decoração. Tem muita gente que pensa que é preciso investir uma grande quantidade de dinheiro para decorar uma casa, apê ou escritório. Não é bem assim. A decoração também depende muito da criatividade de quem está executando o projeto. E há detalhes que fazem toda a diferença. Já prestou atenção em como determinados objetos podem ter função decorativa? Os livros, por exemplo. Não, não se trata somente de deixá-los numa estante bonita. Livros - novos ou velhos - podem dar um charme especial ao visual do seu espaço. Espiem algumas ideias...

Até mesmo aqueles livros antigos, para os quais, certamente, você não olhava com bons olhos, têm vez, viram? Os livros podem dar um charme naquele aparador, mesa de canto ou estante. Use a criatividade!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Qual o país que mais recicla alumínio no mundo?

É o Brasil! Cerca de 98% das latinhas são recicladas todo ano. São quase 250 milhões de toneladas!

Toda essa reciclagem também contribui para a diminuição da energia gasta, pois o processo de reciclagem requer um menor gasto que o da fabricação. Mais: a reciclagem do alumínio produz apenas 5% de gases que provocam o efeito estufa comparado com a fabricação.

Os 5 que mais reciclam alumínio: 
1º - Brasil - Média de 98%
2º - Japão -  Média de 92%
3º - Argentina - Média de 91%
4º - Europa - Média de 66%
5º - Estados Unidos - Média de 65%

Esse é um trabalho do governo e do povo brasileiro, que serve de exemplo para o mundo todo.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Animais em extinção (5)

Dando continuidade aos nossos animais:

Lobo-vermelho
Essa espécie de lobo, assim como outras, está na zona vermelha e corre risco de ser extinto. Semelhante ao nosso Lobo-guará, que também está em extinção, o Lobo-vermelho costuma caçar roedores, pássaros e animais de pequeno porte. Hoje, existem pouco mais de 200 desses animais, sendo que a maioria está em cativeiro.

Tubarão-baleia
Pelo nome você já pode perceber que essa é a maior espécie de tubarão do mundo. Mas, como já diz o velho ditado, "tamanho não é documento". Esse tubarão é inofensivo! Sua garganta é muito pequena e portanto ele não consegue engolir presas maiores do que uma bola de futebol. Sua alimentação se baseia em pequenos organismos chamados Plânctons.

Condor-da-califórnia
Esse pássaro, que não é lá o que se pode chamar de beleza de ave, está na zona vermelha. É encontrado principalmente na América do Norte. É a campeã no quesito "envergadura" daquelas bandas: são quase 3 metros! Seu número foi reduzido principalmente pela caça, no século XIX.

Orangotango-de-Sumatra
É, parece que os animais da Sumatra não estão com muita sorte. O Rinoceronte-de-Sumatra, amigo do Orangotango-de-Sumatra, também está em perigo. Como o nome sugere, ele mora lá na ilha de Sumatra (sexta maior ilha do mundo e a maior da Indonésia, prazer). Sua alimentação consiste em frutas e insetos, sendo que alguns comem pássaros e também seus ovos.